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Internação para dependência de medicamentos
(fármaco-dependência)

Planos terapêuticos especializados para o acolhimento e a recuperação de fármaco-dependência.

Internação para dependência de medicamentos (fármaco-dependência)

Desintoxicação
medicamentosa segura

Tratamento
individualizado

Ajuste racional
de medicamentos

Atuação no uso descontrolado de substâncias, negligência com o autocuidado, comportamentos autodestrutivos, comorbidades clínicas ou psiquiátricas relevantes

A dependência de medicamentos, também denominada fármaco-dependência, caracteriza-se por um padrão de uso prolongado, descontrolado e disfuncional de substâncias farmacológicas com potencial de causar dependência. Esse quadro envolve alterações cognitivas, comportamentais e fisiológicas e está frequentemente associada a benzodiazepínicos (ansiolíticos e hipnóticos), opioides analgésicos e estimulantes utilizados de forma inadequada.

 

Trata-se de uma condição clínica que exige intervenção especializada, especialmente em casos de uso crônico e refratário ao manejo ambulatorial.

Internação para fármaco-dependência: manejo clínico intensivo na reorganização e estabilização

A equipe do Bairral acompanha os pacientes com transtorno por uso de medicamentos durante cada etapa da jornada, da desintoxicação à prevenção de recaídas, com abordagens multidisciplinares e acolhimento.

Desintoxicação medicamentosa monitorada

Processo realizado em ambiente hospitalar, com acompanhamento clínico e psiquiátrico contínuo, visando à retirada gradual e segura das substâncias de abuso.

Manejo de crises e prevenção de recaída

Atividades terapêuticas estruturadas e Psicoeducação minimizando os sintomas de abstinência e riscos clínicos trazendo aderência ao tratamento e aumentando as chances de sucesso.

Revisão e racionalização do uso de psicofármacos

Após a desintoxicação, a equipe médica avalia a real necessidade de medicações e, quando indicado, introduz esquemas terapêuticos mais seguros, com menor risco de dependência e melhor benefício.

Quando a internação para dependência de medicamentos é recomendada

Quando a internação para dependência de medicamentos é recomendada?

A internação psiquiátrica para dependência de medicamentos é indicada em quadros de maior gravidade, nos quais há comprometimento da autonomia, risco à integridade física ou falha de estratégias terapêuticas fora do ambiente hospitalar.

Especificamente, recomenda-se a hospitalização quando o paciente apresenta comportamentos autodestrutivos, uso descontrolado de substâncias, negligência com o autocuidado, comorbidades clínicas ou psiquiátricas relevantes, ou ainda quando a tentativa de tratamento ambulatorial não produz resultados terapêuticos eficazes.

Nessas circunstâncias, o ambiente hospitalar proporciona contenção, monitoramento clínico contínuo e abordagem terapêutica intensiva, favorecendo o processo de desintoxicação e reabilitação.

Ícone Instituto Bairral

Mais que a estabilização clínica: o resgate do cuidado com mais autonomia e a perspectiva de continuidade

A dependência de medicamentos exige um manejo técnico além da retirada da substância. 
No Instituto Bairral, o tratamento é conduzido transdisciplinarmente, com foco na desintoxicação segura, reorganização farmacológica, psicoterapia estruturada e psicoeducação intensiva.

Cada etapa do processo é fundamentada em evidências clínicas e construída de forma individualizada para cada paciente.

O que o Instituto Bairral pode fazer por você?

Estamos aqui para fazer o que está ao nosso alcance pelos pacientes e familiares. Navegue pelas nossas páginas para mais informações sobre o Bairral.

Temos um modelo único de bem-estar e nosso compromisso se reflete em cada detalhe do Instituto Bairral

O cuidado vai além do tratamento nas nossas unidades de internação, onde cada espaço é pensado para promover recuperação e proporcionar qualidade de vida.

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Instituto Bairral,

mais de 85 anos de história em saúde mental

Somos uma instituição filantrópica dedicada ao tratamento psiquiátrico humanizado desde 1937, com uma trajetória trilhada pela fraternidade e vanguardismo.

pacientes atendidos
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de área verde
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de internação especializadas
0 unidades
de internação psiquiátrica
+ 0 leitos
dedicadas ao SUS
+ 0 vagas

Movidos pelo sentimento de fraternidade e respeito ao próximo

Aqui, informação e cuidado andam lado 
a lado. Saiba mais sobre a dependência química de medicamentos:

Dependência de medicamentos é um quadro clínico em que o uso de fármacos prescritos ou de venda controlada passa a dominar o comportamento cotidiano da pessoa, com perda progressiva de controle sobre o uso do medicamento, necessidade de doses crescentes para obter o efeito (tolerância) e aparecimento de sintomas físicos ou psíquicos quando o uso é reduzido ou interrompido (síndrome de abstinência). Trata-se de um processo que pode ocorrer até mesmo quando os medicamentos foram introduzidos por indicação médica.

 

A dependência farmacológica envolve componentes biológicos, psicológicos e sociais. Do ponto de vista neurobiológico, muitos medicamentos atuam em circuitos cerebrais implicados em recompensa, ansiedade e regulação do sono, o que pode levar a adaptações neuroquímicas que sustentam a necessidade continuada do fármaco. Psicologicamente, a medicação pode ser utilizada como estratégia de enfrentamento para sofrimento emocional, insônia, dor crônica ou sintomas ansiosos, criando um vínculo funcional que reforça o uso. Socialmente, fatores como acesso facilitado ao medicamento, orientações inadequadas sobre o tempo de uso, e falta de acompanhamento clínico também aumentam o risco.

 

Os grupos de medicamentos mais frequentemente associados à dependência incluem benzodiazepínicos, outros ansiolíticos/hipnóticos, analgésicos opioides, alguns ansélicos e sedativos, assim como estimulantes prescritos. A apresentação clínica varia conforme o tipo de medicamento, a dose, o tempo de uso e as condições médicas e psiquiátricas concomitantes, mas alguns sinais gerais ajudam a identificar o problema: uso contínuo além do prescrito, aumento das doses por conta própria, busca por receitas em diferentes serviços, preocupação excessiva com a disponibilidade do fármaco, tentativa infrutífera de reduzir o consumo, sintomas de abstinência (por exemplo, ansiedade, insônia, tremores, sudorese, náuseas, agitação, dor) e prejuízos funcionais em atividades sociais, familiares e profissionais.

 

O diagnóstico é clínico e exige avaliação cuidadosa da história de uso, exame físico, revisão de medicamentos e investigação de comorbidades psiquiátricas ou clínicas que possam agravar o quadro. Essa avaliação busca também diferenciar dependência de tolerância fisiológica esperada em tratamentos crônicos legítimos e identificar comportamentos de risco ou dano social decorrente do uso.

 

O manejo da dependência de medicamentos deve ser individualizado e conduzido por equipe especializada.

Os sintomas são múltiplos e devem ser diagnosticados por um médico psiquiatra, mas entre os principais sintomas estão:

 

  • necessidade de doses maiores para obter o mesmo efeito,
  • uso acima do prescrito,
  • busca recorrente de novas receitas,
  • ansiedade intensa quando o medicamento não está disponível,
  • sintomas físicos e emocionais ao tentar reduzir (como tremor, insônia, irritabilidade, mal-estar, dor, agitação),
  • preocupação excessiva com horários e estoques,
  • prejuízos na vida cotidiana e continuidade do uso apesar das consequências.

A internação pode ser indicada quando há abstinências graves, risco clínico, prejuízos significativos, descompensação emocional associada, tentativas frustradas de tratamento ambulatorial ou necessidade de desintoxicação segura sob monitoramento constante para proteção da vida. Também pode ser recomendada quando o paciente apresenta risco à própria integridade ou à de terceiros, ou quando há associação com transtornos psiquiátricos moderados a graves.

O Instituto Bairral dispõe de programas terapêuticos estruturados para o tratamento das dependências relacionadas a medicamentos que mais frequentemente geram perda de controle, risco clínico e prejuízo funcional. A instituição acolhe casos de dependência de benzodiazepínicos e outros ansiolíticos de uso prolongado, hipnóticos e indutores do sono, analgésicos opioides, estimulantes prescritos, além de situações em que o uso combinado de diferentes psicotrópicos se torna desorganizado, inseguro ou associado a sintomas psiquiátricos agravados.

 

Esses quadros são tratados em unidades especializadas, com rotinas desenhadas para desintoxicação segura, estabilização emocional e reorganização gradual da vida cotidiana. O programa envolve acompanhamento médico e psiquiátrico intensivo, monitorização contínua da equipe de enfermagem, psicoterapia individual e grupal, oficinas terapêuticas, intervenções estruturadas de prevenção de recaídas e um trabalho próximo com a família para reforçar o suporte e a continuidade do cuidado.

 

O Bairral conduz a retirada medicamentosa de forma planejada, progressiva e monitorada, respeitando condições clínicas, comorbidades e necessidades específicas de cada paciente. As unidades contam com equipes experientes em manejo de abstinência, ajuste farmacológico e reconstrução de estratégias emocionais, garantindo segurança do início ao fim do processo.

 

Por oferecer um ambiente protegido, rotinas terapêuticas consistentes e uma integração cuidadosa entre psiquiatria, psicologia, enfermagem e serviço social, o tratamento se torna uma oportunidade real de reorganização, de fortalecimento da autonomia e de desenvolvimento de novos recursos para que o paciente retome a vida com estabilidade e sustentabilidade após a alta.

Pode ocorrer em ambas as modalidades. Podendo ser voluntária, quando o paciente concorda com o tratamento, ou involuntária, quando há recusa persistente diante de risco importante. A modalidade é definida a partir da avaliação médica, seguindo todos os requisitos legais e registros clínicos.

O processo de internação para dependência em medicamentos no Instituto Bairral é organizado de forma estruturada e cuidadosa, com etapas que garantem segurança clínica, acolhimento e construção de um plano terapêutico individualizado desde o primeiro contato. A internação é indicada quando há risco clínico, abstinências intensas, uso desorganizado de múltiplos psicotrópicos, falhas de tratamento ambulatorial ou necessidade de desintoxicação monitorada.

 

O primeiro passo ocorre antes mesmo da chegada: a família ou o próprio paciente entra em contato com o Instituto, apresenta o caso e recebe orientações detalhadas sobre o funcionamento da internação, documentos necessários, modalidades de acesso (convênio, particular ou SUS via regulação) e reserva de vaga. A equipe administrativa auxilia em todos os trâmites e autorizações quando há plano de saúde, facilitando o processo em um momento que costuma ser sensível para todos os envolvidos.

 

No dia da internação, o paciente é recebido pela equipe de acolhimento e passa por avaliação de enfermagem, seguida por avaliação médica e psiquiátrica completa. Esse é um momento fundamental: são revisados todos os medicamentos em uso, investigadas as condições clínicas e psiquiátricas associadas, identificados riscos imediatos e definidos os exames laboratoriais ou complementares necessários. A partir dessas informações, a equipe constrói o plano terapêutico inicial, que inclui o método mais seguro de desintoxicação, estratégias de estabilização emocional e intervenções psicoterapêuticas apropriadas.

 

Durante os primeiros dias, a equipe multidisciplinar realiza monitoramento clínico intensivo, especialmente em casos de benzodiazepínicos, hipnóticos, opioides e polifarmácia. A retirada medicamentosa é planejada de forma progressiva, com supervisão contínua da enfermagem e ajustes diários feitos pela equipe médica para prevenir abstinências graves e garantir estabilidade. Se necessário, são utilizadas medicações de suporte, sempre com foco na segurança e no conforto do paciente.

 

Paralelamente, iniciam-se as atividades terapêuticas: psicoterapia individual, grupos de apoio, oficinas estruturadas, psicoeducação sobre dependência em medicamentos e prevenção de recaídas. O serviço social trabalha junto à família para alinhar expectativas, orientar sobre o tratamento e planejar a continuidade do cuidado após a alta. Os familiares recebem orientações claras sobre rotina, visitas, comunicação e sobre como participar de forma efetiva no processo de recuperação.

 

Ao longo da internação, o plano terapêutico é revisado em reuniões de equipe, que analisam a evolução clínica, ajustes de medicação, adesão às atividades e fortalecimento dos recursos emocionais. A preparação para a alta é feita de maneira gradual, contemplando encaminhamentos para acompanhamento ambulatorial, organização da rede de apoio e orientações específicas para evitar recaídas.

 

O processo, como um todo, é conduzido para oferecer um ambiente protegido, com intervenções consistentes, ritmo terapêutico estruturado e suporte especializado para que o paciente consiga retomar sua estabilidade e reconstruir seu cotidiano com segurança após a desintoxicação.

Os pacientes internados por dependência em medicamentos no Instituto Bairral recebem um conjunto de cuidados clínicos, psiquiátricos, psicológicos e psicossociais organizados de forma integrada, com foco na segurança durante a desintoxicação, na estabilização emocional e na retomada gradual da autonomia. A internação ocorre em unidades especializadas, preparadas para manejar abstinências, reorganizar esquemas farmacológicos e apoiar o paciente na reconstrução de estratégias de enfrentamento não dependentes do uso de fármacos.

 

O processo começa com uma avaliação diagnóstica completa, que inclui revisão detalhada dos medicamentos utilizados, tempo de uso, doses, combinações, histórico de automedicação e comorbidades psiquiátricas ou clínicas. A equipe médica realiza um plano de retirada gradual e segura das medicações envolvidas, sempre monitorando sinais clínicos e ajustando a estratégia conforme a resposta do paciente. São solicitados exames laboratoriais e outros exames complementares quando necessário, especialmente em situações de uso prolongado ou múltiplas substâncias com potencial de risco.

 

Durante toda a internação, a equipe de enfermagem oferece monitorização contínua, observando sintomas de abstinência, níveis de ansiedade, alterações de sono, sinais vitais e possíveis reações adversas. A enfermagem orienta o paciente sobre cada etapa da retirada, acolhe queixas físicas e emocionais e auxilia na reorganização da rotina diária, promovendo hábitos de autocuidado e estabilização progressiva.

 

No campo psicoterapêutico, o paciente participa de atendimentos individuais e grupos terapêuticos que abordam os mecanismos da dependência, os gatilhos emocionais que sustentam o uso inadequado dos medicamentos e estratégias mais saudáveis de regulação emocional. Oficinas estruturadas, atividades ocupacionais e grupos de psicoeducação ajudam na construção de novos padrões de comportamento e na compreensão dos riscos associados ao uso inadequado de psicotrópicos. As intervenções de prevenção de recaídas trabalham o reconhecimento de sinais de alerta, manejo de impulsos e planejamento de situações potencialmente desafiadoras após a alta.

 

A equipe de psiquiatria acompanha diariamente a evolução clínica, ajusta o esquema medicamentoso quando necessário, trata comorbidades associadas (como ansiedade, depressão ou insônia) e garante que a transição para um novo manejo farmacológico seja segura e adequada ao quadro clínico do paciente. O objetivo não é apenas retirar o medicamento problemático, mas reorganizar o uso terapêutico de forma responsável e conforme as melhores práticas.

 

O serviço social atua em conjunto com a família, orientando sobre rotinas, formas de apoiar o tratamento e passos essenciais para continuidade do cuidado. Também organiza, quando indicado, encaminhamentos para acompanhamento ambulatorial, psicoterapia externa, grupos de apoio e outros serviços da rede que reforcem a manutenção da estabilidade após a alta.

 

Ao longo da internação, a equipe transdisciplinar se reúne periodicamente para revisar o plano terapêutico, acompanhar a evolução, ajustar estratégias e planejar a alta com segurança. O conjunto desses procedimentos garante que o paciente tenha um ambiente protegido, acolhedor e terapeuticamente consistente, favorecendo uma recuperação mais estável, consciente e sustentável.

O Bairral faz parte da rede assistencial do Estado de São Paulo, e suas vagas são reguladas pelo sistema público de saúde do Estado de SP. Todos os pacientes internados no Bairral foram encaminhados por outros serviços da rede pública. Em casos de pacientes que precisam de atendimento psiquiátrico, o paciente deve buscar atendimento nos serviços da rede de saúde do seu município, como:

 

  • Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS)
  • Ambulatórios de Saúde Mental
  • Unidade de Pronto Atendimento (UPA)
  • Unidade Básica de Saúde (UBS)
  • HUB de Cuidados em Crack, Tabaco e Outras Drogas
  • Hospitais gerais credenciados pelo SUS

 

A internação só ocorre em casos agudos mediante prescrição médica. Em uma das unidades de saúde acima, uma avaliação será realizada por um médico. Caso seja recomendada a internação, a solicitação da vaga é feita por meio da Central de Regulação do Estado em um dos hospitais de referência, dentro da região de moradia do paciente.

 

Após a alta, o Bairral articula o seguimento com os serviços públicos do território, garantindo que o paciente retorne ao CAPS ou à unidade de origem com orientações claras para continuidade do cuidado, fortalecendo a manutenção dos resultados a médio e longo prazo.

Sim. O Instituto Bairral é credenciado a mais de 60 planos de saúde, oferecendo tratamento psiquiátrico em regime hospitalar conforme as coberturas contratadas por cada operadora. A relação de operadoras parceiras pode ser consultada na página de convênios atendidos. Porém, o beneficiário ou familiar deve entrar em contato diretamente com a operadora para confirmar se o plano contratado oferece cobertura para internação psiquiátrica no Instituto Bairral, uma vez que o a rede credenciada de cada plano é uma prerrogativa da operadora.

 

A equipe administrativa do Bairral auxilia no processo de autorização.

Sim. A instituição oferece internação particular para pessoas com transtorno bipolar. A internação particular pode ser realizada mediante reserva prévia.

 

Telefone: (19) 3863-9400

WhatsApp: (19) 99819-0189

A duração depende do tipo de medicamento envolvido, da gravidade da dependência, do tempo de uso, da resposta à desintoxicação, da presença de comorbidades e da capacidade de reorganização emocional e funcional. O período contempla desintoxicação, estabilização clínica e início da reabilitação psicossocial. A equipe avalia continuamente a evolução e define o momento adequado para a alta, sempre acompanhada de orientações sobre continuidade do tratamento fora do hospital.

Sim. Para internação é necessária a reserva prévia de vaga para garantir disponibilidade e organização do acolhimento.

Podem ser solicitados:

  • Documento de identificação (RG, CPF ou CNH);
  • Cartão do convênio ou cartão SUS;
  • Guia de autorização do convênio (quando necessária);
  • Encaminhamento ou relatório médico;
  • Exames recentes, quando disponíveis.

 

Esses documentos são fundamentais para o registro e o acompanhamento clínico adequado.

Sim. Todo paciente deve estar acompanhado por um responsável maior de 18 anos. Esse responsável formaliza os documentos contratuais e acompanha as orientações da equipe durante todo o processo de internação.

Não. O Instituto Bairral não realiza internação psiquiátrica de crianças e adolescentes, independentemente do diagnóstico. Nessa faixa etária, quadros classificados como transtornos de personalidade ainda não podem ser formalmente diagnosticados — o funcionamento emocional e comportamental da criança está em desenvolvimento, e qualquer intervenção deve priorizar avaliação cuidadosa, acompanhamento contínuo e suporte especializado.

 

Por isso, todo o cuidado dedicado a crianças e adolescentes é realizado em regime exclusivamente ambulatorial, em um serviço estruturado para atender famílias que buscam avaliação aprofundada, orientação precisa e planos terapêuticos consistentes. O ambulatório especializado do Bairral conta com equipe multiprofissional experiente em desenvolvimento infantil, neuropsiquiatria e manejo de padrões emocionais complexos, oferecendo um processo avaliativo completo que considera aspectos cognitivos, afetivos, comportamentais e contextuais.

 

As consultas incluem análise detalhada das queixas, identificação de fatores ambientais que influenciam o comportamento, avaliação de risco, investigação de comorbidades e construção de estratégias para manejo adequado no ambiente domiciliar e escolar. A partir dessas informações, são elaborados planos individualizados que podem envolver psicoterapia estruturada, orientação parental intensiva, intervenções de regulação emocional, apoio à rotina escolar, manejo de crises e acompanhamento psiquiátrico quando 

necessário.

 

As famílias são acompanhadas de forma próxima, com foco no fortalecimento das habilidades parentais, na redução de crises e na promoção do desenvolvimento saudável. Esse modelo ambulatorial permite intervenções contínuas, revisões periódicas e ajustes terapêuticos ao longo do tempo — garantindo cuidado especializado, seguro e alinhado às necessidades reais da criança.

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