A internação pode ser indicada quando há risco de vida para si ou terceiros, presença de sintomas psicóticos, agitação intensa, impulsividade grave, comportamento de risco, incapacidade de autocuidado, tentativa de suicídio, ideação suicida com planejamento, recusa alimentar importante, depressão grave ou necessidade de ajustes medicamentosos complexos que exigem monitorização intensiva.
Também pode ser considerada a internação em casos de falha do tratamento ambulatorial, uso associado de substâncias, comorbidades clínicas relevantes ou quando o ambiente extra hospitalar não oferece mais eficácia na estabilidade para continuidade do cuidado.
A internação tem como objetivo principal a proteção a vida do paciente, estabilização do quadro até que ele possa ser conduzido em aparelhos extra-hospitalares, reorganização do plano terapêutico e preparação para o acompanhamento ambulatorial.