Eletroconvulsoterapia - ECT
Um tratamento heróico e eficaz, humanizado e com os mais modernos protocolos. Saiba como a ECT é realizada no Instituto Bairral.
Ambiente aconchegante
e monitorado
Conforto e segurança
para o paciente
Procedimento
humanizado
A Eletroconvulsoterapia humanizada pode salvar vidas
A Eletroconvulsoterapia é um dos tratamentos mais eficazes para certos quadros psiquiátricos e neurológicos com contraindicação ou resistência a fármacos.
ECT é um procedimento não invasivo que utiliza impulsos elétricos para ajudar a restaurar o equilíbrio do fluxo de neurotransmissores e aliviar os sintomas de algumas condições de depressão e transtornos bipolares.
ECT nos dias atuais, realizada com todo conforto e segurança
Todos os pacientes do Ambulatório Especializado do Bairral são recebidos com conforto e segurança pela nossa equipe. Durante a ECT, eles são assistidos e monitorados pelo médico psiquiatra, médico anestesista e enfermagem, dando toda a atenção que o procedimento pede.
Quando a medicina se une ao acolhimento do Instituto Bairral, transformamos vidas
O nosso Ambulatório Especializado é a união de uma estrutura moderna, especialistas renomados em psiquiatria e técnicas inovadoras. Tudo para proporcionar o melhor cuidado aos nossos pacientes.
Como o Instituto Bairral pode te ajudar?
Estamos aqui para fazer o que está ao nosso alcance pelos pacientes e familiares. Navegue pelas nossas páginas para mais informações sobre o Bairral.





Temos um modelo único de bem-estar e nosso compromisso se reflete em cada detalhe do Instituto Bairral
O cuidado vai além do tratamento nas nossas unidades de internação, onde cada espaço é pensado para promover recuperação e proporcionar qualidade de vida.
Fale conosco para mais informações sobre a ECT e nossos agendamentos!
Ambulatório Especializado
- Telefone: (19) 3863-9436
- WhatsApp: (19) 99948-2692
- aebairral@bairral.com.br
Instituto Bairral,
mais de 85 anos de história em saúde mental
Somos uma instituição filantrópica dedicada ao tratamento psiquiátrico humanizado desde 1937, com uma trajetória trilhada pela fraternidade e vanguardismo.
Aqui, informação e cuidado andam lado a lado. Saiba mais sobre a ECT:
O que é Eletroconvulsoterapia?
A Eletroconvulsoterapia é um dos tratamentos mais eficazes para certos quadros psiquiátricos e neurológicos com contraindicação ou resistência a fármacos.
Eletroconvulsoterapia é um dos tratamentos mais eficazes para certos quadros psiquiátricos e neurológicos com contraindicação ou resistência a fármacos.
Modernamente a ECT é realizada com todo conforto e segurança. Com o paciente anestesiado, um estímulo elétrico é aplicado no cérebro gerando uma pequena convulsão que dura segundos. Esse processo promove alterações no funcionamento cerebral, levando à melhora clínica. Demonstra-se que a ECT reorganiza o sistema neuroquímico cerebral através da descarga intensiva de neurotransmissores. Embora mal compreendida no passado, a ECT continua na vanguarda do tratamento psiquiátrico sendo realizada atualmente no Bairral em uma estrutura muito acolhedora e segura, onde são tomados todos os cuidados médicos desde a anestesia até o monitoramento da recuperação pós-procedimento.
Para que serve a ECT?
A ECT é indicada para indivíduos com transtornos mentais graves, como depressão severa, catatonia, mania e alguns casos de esquizofrenia. É considerado um dos tratamentos mais efetivos para doenças mentais severas (principalmente quando existe o risco de crise de suicídio) ou em situações onde o paciente não se adapta ao tratamento com fármacos.
Existe algum risco para o paciente?
Sempre antes do procedimento, é realizada criteriosa avaliação que contempla a análise de risco em relação à necessidade do tratamento. O tratamento é sempre administrado após prescrição médica, em conformidade com os protocolos médicos e somente com o consentimento do paciente.
Quando a Eletroconvulsoterapia é recomendada?
ECT é considerado um dos tratamentos mais efetivos para doenças mentais severas (principalmente quando existe o risco de crise de suicídio) ou em situações onde o paciente não se adapta ao tratamento com fármacos.
Confira algumas condições psiquiátricas ou neurológicas que podem se beneficiar da ECT:
- Depressão refratária;
- Depressão psicótica;
- Depressão melancólica;
- Depressão catatônica;
- Depressão bipolar;
- Agitação ou retardo psicomotor;
- Quadros psiquiátricos graves em gestantes;
- Crise de suicídio;
- Episódio maníaco (transtorno afetivo bipolar);
- Esquizofrenia;
- Transtorno esquizoafetivo;
- Catatonia;
- Parkinsonismo;
- Discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários);
- Distonia;
- Síndrome neuroléptica maligna;
- Epilepsia.
Como é a estrutura onde o ECT é realizado?
O Bairral conta com uma estrutura acolhedora, segura e moderna para realizar o procedimento da ECT. Contamos com os seguintes materiais e equipamentos:
- Área de paramentação e desparamentação;
- Dois equipamentos de ECT (um portátil e um fixo);
- Carrinho de emergência hospitalar (medicamentos, anestésicos, relaxantes musculares, suporte de vida);
- Cardioversor;
- Monitor de multiparâmetros (para acompanhar todos os sinais vitais, saturação, pressão arterial, ritmo cardíaco);
- Monitorização da atividade elétrica cerebral (sinal eletroencéfalográfico feito em tempo real durante o procedimento);
- Oxigênio;
- Equipamentos de proteção individual (EPI’s) para toda equipe atuante, de acordo com a área de atuação e exposição;
- RPA (sala de Recuperação Pós-Anestésica) uma sala estruturada para receber o paciente enquanto se recupera da anestesia sob monitorização da nossa equipe médica e de enfermagem;
- Sala de desjejum.
O que é necessário para realizar uma sessão de ECT?
Para realização da ECT, são necessárias 4 etapas prévias:
- O médico que acompanha o paciente deve indicar o procedimento através de guia de encaminhamento médico. Esse encaminhamento vai ser recebido e analisado pela equipe do Bairral;
- Após receber as informações do médico encaminhador e, se necessário, da solicitação de informações adicionais, o caso clínico é avaliado pela equipe multidisciplinar de ECT do Bairral;
- É necessária uma avaliação médica geral, incluindo uma bateria de exames, para atestar que o paciente tem condições físicas para ser submetido ao procedimento;
- Caso a equipe de ECT do Bairral concorde com a elegibilidade do paciente para o procedimento, a indicação de ECT é validada.
Como funciona a aplicação da Eletroconvulsoterapia?
Antes do procedimento, o paciente recebe um anestésico de curta direção e um relaxante muscular intravenoso para evitar movimentos involuntários. E durante o procedimento:
- Verificação de sinais vitais e confirmação do jejum
- Monitorização de parâmetros cardiovasculares e eletroencefalográficos do paciente
- Anestesia geral
- Aplicação de bloqueio neuromuscular
- Aplicação de um pequeno estímulo elétrico no cérebro, a fim de provocar uma convulsão induzida com duração aproximada de 30 segundos
- Monitorização do tempo de convulsão e abortamento da crise se necessário
- Recuperação pós-anestésica
- Desjejum
O paciente desperta entre 5 a 10 minutos após o término do procedimento. No início, pode sentir sonolência, mas geralmente está alerta e pode retomar suas atividades normais após cerca de uma hora.
O paciente sente algo após o procedimento?
Os efeitos colaterais mais comuns da ECT incluem:
- Dores de cabeça
- Desconforto estomacal
- Dores musculares
- Perda de memória
- Pequena desorientação ou confusão
Tem risco de perda de memória?
É possível, especialmente em relação aos momentos próximos ao tratamento. Em alguns casos, a perda pode ser mais intensa, mas geralmente melhora ao longo dos dias ou semanas após o término da ECT.
Sendo assim, é fundamental conversar com um médico sobre esses aspectos antes de iniciar o tratamento.
Como funciona a avaliação para o procedimento da ECT?
Antes de iniciar o tratamento, o paciente deve passar por uma avaliação psiquiátrica completa e um exame médico. Em alguns casos, um exame de sangue e um eletrocardiograma (ECG) são recomendados para avaliar a saúde do coração.
Outro aspecto fundamental é o consentimento informado. O paciente deve assinar um termo de consentimento antes da administração da ECT. Se a pessoa estiver incapaz de tomar decisões por conta própria, a autorização deve seguir a legislação vigente.
Pacientes e familiares devem discutir todas as opções de tratamento com o psiquiatra antes de tomar uma decisão. Eles precisam receber informações detalhadas sobre o procedimento, seus benefícios, riscos e possíveis efeitos colaterais antes de dar o consentimento por escrito.
Como o paciente acessa o procedimento?
A ECT é um procedimento médico. Sendo assim, o paciente precisa, obrigatoriamente, do encaminhamento de um profissional da área.
A ECT é realizada via SUS no Instituto Bairral?
A Eletroconvulsoterapia não é oferecida pelo Sistema Público de Saúde brasileiro (SUS). Porém, no Instituto Bairral oferecemos uma cota de gratuidade para alguns pacientes SUS, custeado o procedimento com recursos próprios.
Existem contraindicações para a ECT?
Não há um conhecimento absoluto de contraindicações, mas existem certas restrições:
- Tumor ou infarto cerebral
- Histórico de infarto no miocárdio ou arritmias cardíacas
- Marca-passo cardíaco
- Aneurisma
- Deslocamento de retina
- Feocromocitoma
- Doenças pulmonares
A ECT é realizada por convênio no Instituto Bairral?
Sim, o Bairral atende a mais de 60 operadoras de saúde. Consulte a cobertura de seu plano para se certificar ele cobre ECT no Bairral. Caso haja cobertura, o procedimento será realizado pelo plano de saúde.
A ECT é realizada particular no Instituto Bairral?
Sim. A ECT pode ser realizada em caráter particular. Para informações e agendamentos:
Telefone: (19) 3863-9400
WhatsApp: (19) 99819-018
Qual a duração do tratamento de Eletroconvulsoterapia?
A duração do tratamento depende dos objetivos:
- Tratamento de fase aguda: corresponde geralmente a um período inicial de 6 a 8 semanas, com o objetivo de atingir a remissão dos sintomas da doença.
- Fase de manutenção: estende-se por um período adicional de 16 a 20 semanas, em que a administração contínua do tratamento visa a manutenção do estado de remissão, com o objetivo de prevenir recaídas em curto prazo e a remissão total do episódio depressivo.
- Tratamento de manutenção a longo prazo: aqui é estabelecida uma abordagem profilática para reduzir a probabilidade de um novo episódio depressivo na evolução tardia.
De modo geral, a duração da última fase depende do número e da frequência de episódios depressivos prévios e da estimativa de gravidade da doença.