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Internação para dependência comportamental

Planos terapêuticos para vício e compulsão comportamental atuando nos momentos agudos da patologia.

Internação para dependência comportamental

Proposta
transdisciplinar

Atenção
individualizada

Ambiente seguro
e controlado

Compulsões comportamentais podem precisar de cuidados intensivos para preservação da integridade e da vida

Quando certos comportamentos compulsivos e desregulados podem causar prejuízos graves à saúde mental e à vida funcional da pessoa, a ponto de demandar tratamento intensivo, a internação por causa da dependência de comportamentos pode ser necessária.

Manejo do quadro agudo, estabilização e preparo para a desospitalização em casos de vício comportamental

Manejo do quadro agudo, estabilização e preparo para a desospitalização em casos de vício comportamental

A atuação transdisciplinar do Instituto Bairral cuida da avaliação, dos atendimentos e das terapias, avaliando o momento de cada paciente e suas necessidades para recuperar a autonomia.

Uso de medicamentos

Nas fases iniciais, o objetivo da internação por dependência comportamental é auxiliar no alívio de sintomas de abstinência e fissuras.

Grupo de apoio

Reunimos uma equipe de profissionais em Psicologia e conselheiros com formação ampla e capacitação para liderar atividades terapêuticas individuais ou em grupo, em ambiente seguro e controlado.

Quando a internação por dependência comportamental é recomendada?

A compulsão comportamental pode causar enormes prejuízos ao paciente acometido pelo transtorno. Quando o sofrimento é intenso e os prejuízos pessoais, sociais ou ocupacionais estão associados a riscos de integridade, a internação pode ser prescrita por seu médico psiquiatra se os tratamentos ambulatoriais não são suficientemente eficazes.

Quando a medicina 
se une a fraternidade do Instituto Bairral, transformamos vidas

Nossa linha de cuidado humanizada inclui sempre protocolos baseados em evidências e cada PTS (Plano Terapêutico Singular) é desenvolvido individualmente com o objetivo de acolher, estabilizar e promover a recuperação de nossos pacientes.

O que o Instituto Bairral pode fazer por você?

Estamos aqui para fazer o que está ao nosso alcance pelos pacientes e familiares. Navegue pelas nossas páginas para mais informações sobre o Bairral.

Temos um modelo único de bem-estar e nosso compromisso se reflete em cada detalhe do Instituto Bairral

O cuidado vai além do tratamento nas nossas unidades de internação, onde cada espaço é pensado para promover recuperação e proporcionar qualidade de vida.

Fale conosco para mais informações sobre a internação por dependência comportamental

Instituto Bairral,

mais de 85 anos de história em saúde mental

Somos uma instituição filantrópica dedicada ao tratamento psiquiátrico humanizado desde 1937, com uma trajetória trilhada pela fraternidade e vanguardismo.

pacientes atendidos
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de internação psiquiátrica
+ 0 leitos
dedicadas ao SUS
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Movidos pelo sentimento de fraternidade e respeito ao próximo

Aqui, informação e cuidado andam lado a lado. Saiba mais sobre a dependência comportamental:

Dependência comportamental é um padrão de repetição compulsiva de um comportamento — como jogar, comprar, praticar sexo, consumir pornografia, usar redes sociais, praticar exercícios, trabalhar, ou consumir conteúdo digital — que passa a dominar o cotidiano da pessoa, comprometendo sua capacidade de manter equilíbrio emocional, funcionalidade e vínculos sociais. O comportamento deixa de ser uma atividade pontual e passa a ocupar um papel central na rotina, substituindo outras atividades fundamentais. Com o tempo, instala-se um ciclo de necessidade, alívio momentâneo e recaída, semelhante ao observado na dependência de substâncias, mesmo sem envolver qualquer droga.

 

A característica principal é a perda progressiva de controle. A pessoa tenta reduzir, regular ou interromper a prática, mas não consegue. O comportamento passa a ser realizado de forma impulsiva, muitas vezes às escondidas, com dificuldade crescente de estabelecer limites. Há prejuízos concretos – emocionais, familiares, escolares, financeiros e profissionais – e, mesmo percebendo o impacto, a pessoa continua repetindo o padrão por sentir urgência, inquietação e desconforto quando tenta evitar o comportamento.

 

Do ponto de vista psicológico, a dependência comportamental costuma se associar a busca de alívio imediato, dificuldade de lidar com frustrações, impulsividade, baixa tolerância ao desconforto interno e uso do comportamento como forma de regulação emocional. Em muitos casos, há comorbidades como ansiedade, depressão, transtornos do humor ou dificuldades de autoestima, que aumentam a vulnerabilidade. A rede de apoio pode se fragilizar, surgem conflitos familiares, isolamento social e piora do desempenho nas atividades diárias.

 

Por envolver mecanismos de recompensa cerebral, reforço rápido e repetição, o comportamento se torna cada vez mais difícil de interromper sem ajuda especializada. A pessoa se distancia gradualmente de rotinas saudáveis, perde organização, altera ciclos de sono, negligencia responsabilidades e passa a viver em função da próxima oportunidade de repetir o comportamento.

 

O tratamento exige avaliação profissional cuidadosa, identificação dos fatores emocionais que sustentam a compulsão e desenvolvimento de novas estratégias de enfrentamento. Em quadros mais graves, a dependência comportamental pode demandar intervenção intensiva e suporte estruturado, com programas terapêuticos voltados à reorganização do comportamento, estabilização emocional e reconstrução da autonomia. O enfoque clínico busca interromper o ciclo compulsivo, restabelecer equilíbrio e apoiar o paciente na retomada de uma vida funcional e segura.

A dependência comportamental envolve atividades específicas que geram uma sensação de recompensa, levando à repetição excessiva, como em casos de dependência química. Alguns exemplos são: 

 

  • Transtorno do jogo (antigo jogo patológico)
  • Dependência de internet
  • Compulsão por compras (ou oniomania)
  • Dependência de sexo ou pornografia
  • Compulsão alimentar

A dependência comportamental costuma se instalar de forma gradual, mas alguns sinais ajudam a reconhecer quando um comportamento deixou de ser saudável e passou a ocupar um lugar central e desregulado na vida da pessoa. Um dos primeiros indícios é o aumento progressivo de tempo e energia dedicados ao comportamento — jogar, comprar, usar redes sociais, fazer exercícios, trabalhar, buscar estímulos digitais ou manter relacionamentos intensos e instáveis. A atividade, antes pontual, passa a dominar a rotina, substituindo responsabilidades, vínculos afetivos e cuidados pessoais.

 

Outro sinal importante é a perda de controle. A pessoa tenta reduzir, organizar ou interromper o comportamento, mas não consegue. Promete “parar amanhã”, estabelece limites que não cumpre, esconde a atividade, mente sobre frequência ou intensidade e sente grande irritabilidade, ansiedade ou desconforto quando tenta evitar a prática. Mesmo diante de prejuízos concretos — discussões familiares, queda no desempenho no trabalho ou na escola, dificuldades financeiras, isolamento social — o comportamento continua acontecendo.

 

Também é comum observar uma mudança emocional associada ao comportamento. Ele passa a ser usado como forma de aliviar tensões, fugir de problemas, regular emoções difíceis ou buscar gratificação rápida. Depois da prática, surgem culpa, arrependimento ou sensação de vazio, mas isso não impede que o ciclo recomece. A pessoa pode alterar o sono, inverter horários, negligenciar alimentação e abandonar atividades que antes faziam parte de uma vida equilibrada.

 

No âmbito social e familiar, aparecem sinais como irritabilidade crescente, retraimento, descumprimento de combinados, perda de interesse por interações presenciais e rompimentos de vínculos. No trabalho ou na escola, surgem faltas, atrasos, queda de produtividade, desatenção e dificuldade de manter foco. O comportamento torna-se prioridade absoluta, ocupando pensamentos e influenciando decisões ao longo de todo o dia.

 

Quando esse conjunto de sinais se mantém, gera sofrimento e prejuízos e ainda assim permanece fora de controle, há indícios claros de dependência comportamental. A avaliação especializada permite compreender a gravidade, identificar comorbidades associadas e construir um plano terapêutico que reorganize o comportamento, fortaleça recursos emocionais e restabeleça equilíbrio na vida cotidiana.

A internação pode ser recomendada quando o quadro de dependência comportamental atinge um nível de gravidade que ultrapassa a capacidade de manejo em ambiente domiciliar ou ambulatorial, exigindo proteção contínua, ruptura do ciclo compulsivo e intervenção intensiva realizada por equipe especializada. Esse tipo de dependência, embora não envolva substâncias, pode produzir desorganização emocional e comportamental comparável à de quadros químicos, com prejuízos significativos e risco concreto à integridade do paciente.

 

A internação é considerada quando há perda de controle acentuada, com impossibilidade de interromper ou reduzir o comportamento mesmo diante de prejuízos importantes. Em muitos casos, a pessoa se encontra em exaustão emocional, isolamento, abandono de rotinas básicas e ausência de autocuidado. O comportamento passa a dominar completamente o dia, comprometendo sono, alimentação, vínculos familiares, desempenho escolar ou profissional e capacidade de manter responsabilidades mínimas. Nesses cenários, o ambiente externo já não oferece recursos suficientes para contenção e reorganização.

 

Outro indicador relevante é a presença de comorbidades psiquiátricas agravadas — como depressão, transtorno bipolar, ansiedade severa, risco suicida, irritabilidade intensa ou episódios de descontrole emocional — que podem se intensificar como consequência da dependência. Quando o comportamento compulsivo se associa a sintomas que colocam a pessoa em risco físico ou emocional, a necessidade de um ambiente protegido torna-se mais evidente.

 

A internação também pode ser recomendada quando houve múltiplas tentativas de tratamento ambulatorial sem sucesso, ou quando a família não consegue estabelecer limites mínimos de segurança e contenção. Em quadros de jogo patológico, compras compulsivas, dependência digital severa ou relacionamentos obsessivos, por exemplo, a pessoa pode atingir um grau de desorganização e impulsividade que exige afastamento temporário do ambiente em que o comportamento ocorre, permitindo estabilização e reestruturação terapêutica.

 

Em alguns casos, o risco não está apenas na intensidade do comportamento, mas na vulnerabilidade emocional associada: impulsividade elevada, prejuízo de julgamento, exposição a situações perigosas, endividamento grave, fuga de casa, privação de sono prolongada, interrupção de vínculos essenciais ou comportamento autolesivo indireto. Quando esses fatores estão presentes, o ambiente clínico estruturado é decisivo para proteger e iniciar um processo terapêutico consistente.

 

Sempre que existe risco significativo, sofrimento intenso, perda de autonomia e impossibilidade de romper o ciclo compulsivo sem supervisão constante, a internação pode ser indicada. O objetivo é oferecer um contexto seguro para estabilizar o paciente, reorganizar emoções e comportamentos e construir, junto à equipe terapêutica, novas estratégias de enfrentamento que permitam retomar a vida com maior equilíbrio e sustentação após a alta.

Sim. O Instituto Bairral oferece um programa terapêutico estruturado para o tratamento de dependências comportamentais, desenvolvido para atender pacientes que apresentam compulsões intensas, perda de controle e prejuízos significativos associados a comportamentos como jogos, compras, uso excessivo de internet e redes sociais, compulsões digitais, trabalho compulsivo, exercícios em padrão disfuncional ou relacionamentos marcados por ciclos de dependência emocional.

 

O programa é conduzido em unidades especializadas, com rotinas clínicas e terapêuticas pensadas para interromper o ciclo compulsivo, estabilizar emoções, reorganizar hábitos e fortalecer a autonomia. Cada paciente passa por avaliação médica e psiquiátrica detalhada, identificação de comorbidades e elaboração de um plano terapêutico individualizado que orienta o tratamento desde o primeiro dia. A equipe trabalha com intervenções combinadas: psicoterapia individual, grupos terapêuticos, oficinas estruturadas, atividades de organização da rotina, psicoeducação sobre dependência comportamental, práticas voltadas para reconhecimento de gatilhos, manejo da impulsividade e estratégias de prevenção de recaídas.

 

Além disso, a rotina terapêutica conta com acompanhamento contínuo de enfermagem, supervisão clínica diária, ajustes de medicações quando indicados e um trabalho articulado com o serviço social, que apoia a família e organiza a continuidade do cuidado após a alta. O programa prioriza a construção de novas maneiras de lidar com emoções, conflitos internos e fontes de estresse, favorecendo o desenvolvimento de comportamentos mais saudáveis e sustentáveis.

 

Por oferecer estrutura especializada, ambiente seguro e equipe experiente no manejo desses quadros, o Bairral possibilita que o paciente se distancie temporariamente dos estímulos que alimentam o comportamento compulsivo, permitindo uma intervenção profunda, organizada e orientada a resultados reais na retomada do equilíbrio emocional e funcional.

Pode ocorrer em ambas as modalidades. Podendo ser voluntária, quando o paciente concorda com o tratamento, ou involuntária, quando há recusa persistente diante de risco importante. A modalidade é definida a partir da avaliação médica, seguindo todos os requisitos legais e registros clínicos.

O processo de internação para dependência comportamental no Instituto Bairral é organizado de forma cuidadosa, estruturada e centrada na segurança emocional do paciente, com etapas definidas desde o primeiro contato até a construção do plano terapêutico. A internação é indicada quando o comportamento compulsivo atinge gravidade, gera perda de controle, compromete o funcionamento diário ou está associado a comorbidades psiquiátricas que exigem intervenção intensiva.

 

O primeiro passo é o contato da família ou do próprio paciente com o Instituto. Nesse momento, a equipe administrativa orienta sobre modalidades de acesso (convênio, particular ou SUS por regulação), documentação necessária e reserva de vaga. Quando há plano de saúde, o Bairral faz a interlocução com a operadora para solicitação de autorização, envio de relatórios e acompanhamento do processo. A família recebe orientações claras sobre horários, regras, itens permitidos e funcionamento das unidades.

 

No dia da internação, o paciente é acolhido pela equipe de enfermagem e passa por avaliação clínica inicial, seguida por avaliação médica e psiquiátrica detalhada. Essa etapa identifica o tipo de dependência comportamental, intensidade dos sintomas, gatilhos emocionais, comorbidades, histórico de tratamentos anteriores e impacto funcional. A partir dessas informações, é elaborado o plano terapêutico inicial, que define as intervenções clínicas, psicoterapêuticas e ocupacionais indicadas para o caso.

 

Nos primeiros dias, a equipe atua na estabilização emocional e na organização da rotina do paciente. O ambiente estruturado, distante dos estímulos que alimentam o comportamento compulsivo, permite redução gradual da impulsividade, melhora do padrão de sono e início de novos hábitos. A enfermagem acompanha o paciente 24 horas, observando comportamentos, emoções, níveis de ansiedade, padrões de funcionamento e eventuais riscos. Quando indicado, a equipe médica realiza ajustes farmacológicos que auxiliem na estabilização e no manejo de sintomas associados, como ansiedade, irritabilidade, depressão ou distúrbios do sono.

 

Ao longo da internação, o paciente participa de psicoterapia individual, grupos terapêuticos, oficinas estruturadas, atividades expressivas e módulos específicos de psicoeducação sobre dependência comportamental. As intervenções trabalham reconhecimento de gatilhos, manejo da impulsividade, compreensão dos ciclos compulsivos, reorganização da rotina, habilidades de enfrentamento e estratégias de prevenção de recaídas. A abordagem é sempre integrada, articulando psiquiatria, psicologia, enfermagem e serviço social.

 

A família é incluída no processo de forma orientada. O serviço social promove encontros, oferece esclarecimentos sobre o quadro e orienta sobre o papel dos familiares na retomada da estabilidade. Esse suporte é essencial para evitar que o paciente retorne após a alta ao mesmo padrão de estímulos e vulnerabilidades que alimentavam o comportamento compulsivo.

 

Durante toda a internação, a equipe transdisciplinar se reúne para acompanhar a evolução do paciente, revisar metas terapêuticas e ajustar o plano de cuidado conforme a resposta clínica e emocional. A preparação para a alta é feita de maneira planejada, incluindo orientações detalhadas sobre manutenção da estabilidade, retorno gradual às atividades, acompanhamento ambulatorial e, quando necessário, encaminhamento para serviços complementares da rede.

 

O processo como um todo é concebido para oferecer ambiente seguro, estrutura terapêutica consistente e suporte especializado, permitindo que o paciente interrompa o ciclo compulsivo, reconstrua estratégias internas e recupere equilíbrio emocional para retomar a vida com mais funcionalidade e autonomia.

Os pacientes internados por dependência comportamental no Instituto Bairral recebem um conjunto de cuidados estruturados que integram avaliação clínica, suporte emocional e reorganização comportamental em ambiente protegido. O processo começa com uma avaliação médica e psiquiátrica completa, que identifica o tipo de compulsão, a intensidade dos prejuízos, os gatilhos emocionais e possíveis comorbidades associadas. A partir disso, é elaborado um plano terapêutico individualizado.

 

Ao longo da internação, a equipe de enfermagem realiza monitorização contínua, observando padrões de sono, níveis de ansiedade, impulsividade e sinais de risco, além de apoiar o paciente na construção de uma rotina mais organizada e estável. As intervenções terapêuticas incluem psicoterapia individual, grupos terapêuticos, oficinas estruturadas, atividades expressivas e módulos de psicoeducação focados no entendimento dos ciclos compulsivos, identificação de gatilhos e estratégias de prevenção de recaídas.

 

Quando necessário, a equipe médica realiza ajustes farmacológicos para ajudar na estabilização emocional, manejo da ansiedade e reorganização do padrão de sono, sempre com critério e foco na segurança. O serviço social trabalha com a família, oferecendo orientação sobre limites, manejo no ambiente doméstico e organização da continuidade do cuidado após a alta.

 

Todo o processo é acompanhado por reuniões de equipe que revisam metas, avaliam evolução e ajustam o plano terapêutico conforme a resposta do paciente. Essa combinação de acompanhamento clínico, suporte emocional e estrutura terapêutica consistente oferece as condições necessárias para interromper o ciclo compulsivo, fortalecer a autonomia e permitir uma retomada mais equilibrada da vida cotidiana.

O Bairral faz parte da rede assistencial do Estado de São Paulo, e suas vagas são reguladas pelo sistema público de saúde do Estado de SP. Todos os pacientes internados no Bairral foram encaminhados por outros serviços da rede pública. Em casos de pacientes que precisam de atendimento psiquiátrico, o paciente deve buscar atendimento nos serviços da rede de saúde do seu município, como:

 

  • Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS)
  • Ambulatórios de Saúde Mental
  • Unidade de Pronto Atendimento (UPA)
  • Unidade Básica de Saúde (UBS)
  • HUB de Cuidados em Crack, Tabaco e Outras Drogas
  • Hospitais gerais credenciados pelo SUS

 

A internação só ocorre em casos agudos mediante prescrição médica. Em uma das unidades de saúde acima, uma avaliação será realizada por um médico. Caso seja recomendada a internação, a solicitação da vaga é feita por meio da Central de Regulação do Estado em um dos hospitais de referência, dentro da região de moradia do paciente.

 

Após a alta, o Bairral articula o seguimento com os serviços públicos do território, garantindo que o paciente retorne ao CAPS ou à unidade de origem com orientações claras para continuidade do cuidado, fortalecendo a manutenção dos resultados a médio e longo prazo.

Sim. O Instituto Bairral é credenciado a mais de 60 planos de saúde, oferecendo tratamento psiquiátrico em regime hospitalar conforme as coberturas contratadas por cada operadora. A relação de operadoras parceiras pode ser consultada na página de convênios atendidos. Porém, o beneficiário ou familiar deve entrar em contato diretamente com a operadora para confirmar se o plano contratado oferece cobertura para internação psiquiátrica no Instituto Bairral, uma vez que o a rede credenciada de cada plano é uma prerrogativa da operadora.

 

A equipe administrativa do Bairral auxilia no processo de autorização.

Sim. A instituição oferece internação particular para pessoas com transtorno bipolar. A internação particular pode ser realizada mediante reserva prévia.

 

Telefone: (19) 3863-9400

WhatsApp: (19) 99819-0189

A duração da internação para dependência comportamental no Instituto Bairral não é fixa, pois depende diretamente da gravidade do quadro, do nível de desorganização emocional e comportamental, da presença de comorbidades psiquiátricas associadas e da resposta do paciente às intervenções realizadas ao longo do tratamento. Cada caso evolui em um ritmo próprio, e a equipe avalia continuamente a necessidade de permanência em ambiente protegido.

 

De modo geral, o período de internação envolve três etapas fundamentais: estabilização inicial, reorganização da rotina e início da reabilitação psicossocial. Nos primeiros dias, o foco está em interromper o ciclo compulsivo, reduzir impulsividade, regular sono, diminuir níveis de ansiedade e afastar o paciente dos estímulos que alimentavam o comportamento. Em seguida, inicia-se a construção de novas estratégias de enfrentamento e o desenvolvimento de recursos internos — por meio de psicoterapia, oficinas estruturadas, grupos terapêuticos e psicoeducação — garantindo condições para que o paciente retome autonomia de maneira segura.

 

A equipe transdisciplinar acompanha diariamente a evolução e ajusta o plano terapêutico conforme o progresso clínico e emocional. A alta é planejada de forma criteriosa, levando em conta estabilidade, adesão ao tratamento, capacidade de aplicar estratégias de regulação emocional e as condições de apoio no ambiente externo. Após a saída, recomenda-se continuidade do acompanhamento em formato ambulatorial para manutenção da evolução e prevenção de recaídas.

 

A duração final, portanto, é definida individualmente, priorizando segurança, qualidade terapêutica e sustentabilidade dos resultados após o retorno à rotina fora do hospital.

Sim. Para internação é necessária a reserva prévia de vaga para garantir disponibilidade e organização do acolhimento.

Podem ser solicitados:

  • Documento de identificação (RG, CPF ou CNH);
  • Cartão do convênio ou cartão SUS;
  • Guia de autorização do convênio (quando necessária);
  • Encaminhamento ou relatório médico;
  • Exames recentes, quando disponíveis.

 

Esses documentos são fundamentais para o registro e o acompanhamento clínico adequado.

Sim. Todo paciente deve estar acompanhado por um responsável maior de 18 anos. Esse responsável formaliza os documentos contratuais e acompanha as orientações da equipe durante todo o processo de internação.

Não. O Instituto Bairral não realiza internação psiquiátrica para menores de idade, inclusive nos quadros de dependência comportamental. Para esse público, o atendimento é realizado exclusivamente no Ambulatório Especializado [ae], uma estrutura construída para oferecer um cuidado clínico seguro, atualizado e sensível às necessidades de crianças e adolescentes.

 

O [ae] reúne uma equipe multiprofissional experiente — psiquiatras da infância e adolescência, psicólogos, enfermagem e serviço social — preparada para compreender cada caso de forma individualizada. O objetivo é acolher o jovem, avaliar profundamente o padrão de comportamento compulsivo, identificar fatores emocionais e familiares envolvidos e construir um plano terapêutico que realmente funcione no cotidiano.

 

Nesse modelo de cuidado, o adolescente permanece inserido em sua vida familiar e escolar, o que permite que o tratamento aconteça exatamente onde os comportamentos se manifestam. O [ae] trabalha com psicoterapia, psicoeducação para responsáveis, intervenções voltadas para organização de rotinas, orientação sobre manejo de telas e tecnologia, estratégias para redução de impulsividade, fortalecimento emocional e apoio para reconstrução dos vínculos familiares. Os responsáveis recebem suporte direto, com orientações sobre limites, comunicação, rotina e formas eficazes de apoiar o jovem sem reforçar o comportamento compulsivo.

 

O Ambulatório Especializado também atua em articulação com escolas e demais serviços quando necessário, garantindo continuidade e suporte ampliado ao adolescente e à família. Trata-se de um espaço estruturado, acolhedor e tecnicamente qualificado, pensado para oferecer não apenas atendimento, mas um percurso terapêutico que favoreça desenvolvimento saudável, autonomia e estabilidade.

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